Você tem medo de errar? (o lado positivo do erro)

Hoje vamos conversar sobre os erros que cometemos ao longo da vida e dos impactos que eles geram. Você já errou hoje? Reconheceu o erro? Já reparou que mesmo evitando erros, eles acontecem?

Em época de olimpíadas, nada melhor do que refletir sobre a performance dos atletas. Como seria se os atletas olímpicos desistissem quando errassem? Será que haveria competições e campeonatos? Quantas vezes você já desistiu por medo de errar ou de errar novamente?

A concepção de certo e errado ocorre por padrão cultural, experiência de vida e expectativas. Cada pessoa tem o seu conceito e interpretação sobre o erro.

Errar é totalmente humano. Raríssimo alguém errar pensando: ͞ quero errar, quero fazer errado, quero me prejudicar͟.

Erros acontecem por diversas variáveis, tais como: crenças irracionais, manifestação do inconsciente, conceito e julgamento do que é certo e errado, diferentes percepções, por arriscar comportamentos nem tão planejados e etc. Antes de julgar seus erros, busque entender o que te levou a agir de tal forma. Qual o significado da ação? O que você estava buscando? O que aprendeu com o ocorrido? Ao invés de se vitimizar, assuma a situação e busque entender os motivos que levaram a fazê-lo.  Reconhecer o erro, para muitos, gera desconforto. Afinal, vivemos em um mundo onde as pessoas se sentem atraídas pela certeza, além de criar as suas próprias. Reconhecer que deu errado é assumir fragilidade, se colocar como ser humano, minimizando a pretensão de ser melhor que o outro. Quando você não assume o erro, a tendência de repeti-lo é maior.

Todo erro é uma oportunidade de aprendizado e para fazer diferente. Uma forma de estimular a mente para novos pensamentos e comportamentos. O erro contribui para o crescer, ampliar a visão e incentivar a si próprio novas formas de sentir, ver e se colocar no mundo.

Por fim, com os erros você lapida comportamentos, constrói novas possibilidades, muda estratégias, sai da zona de conforto, chega a determinadas conclusões e experimenta novas ações. Se permita conviver com os seus acertos e erros, diminuindo a cada dia a ideia de perfeição – que não existe! Busque exercer a competência de flexibilidade e empatia.

Faça uma lista dos últimos erros que você viveu e escreva os aprendizados. Certamente, você encontrará dados interessantes a seu respeito.

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